| Canoagem |
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Embora o termo pareça indicar apenas a utilização de canoas, a canoagem inclui tanto as canoas como os caiaques. Para as águas mais calmas recomenda-se o uso da canoa, que pode levar de três a dez pessoas.
Com uma estabilidade e manobralidade superior às das canoas, e mais leves do que estas, temos os caiaques que, por apresentarem uma curva de casco mais acentuada e um desenho mais fechado do que o das canoas, estão mais vocacionados para águas fluviais mais revoltas e inquietas, podendo inclusivamente realizar navegação no mar. |
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| Equipamento |
Agregadas a estas embarcações estão sempre as pás para as canoas, e as pagaias (duas pás ligadas por um varão) para os caiaques.
As canoas, mais pesadas, são geralmente de plástico, enquanto os caiaques, mais leves e mais estreitos, podem ser de plástico, fibra de vidro ou até de compósitos de carbono, tornando-se ultraleves e manobráveis e com uma enorme flutuabilidade. Alguns acessórios ligados a esta prática não devem ser esquecidos, como sejam os saiotes que, para os monolugares formam um conjunto integral entre o remador e o caiaque, não deixando entrar água na embarcação, os fatos de neoprene para o Inverno, os capacetes para as navegações mais radicais, e um bom colete de salvação.
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Conselhos Úteis |
Enquanto um caminho terrestre apresenta-se quase sempre igual, já nos rios a situação é muito diferente: um rio nunca é sempre o mesmo. As chuvas torrenciais, os degelos ou até mesmo a abertura das comportas das barragens modificam literalmente a navegabilidade de um rio.
Assim, um rio que desloca 1000 metros cúbicos de água por segundo, será muito diferente de quando o faz com 3 mil metros cúbicos. É necessário, portanto, obter informações locais sobre o rio antes de se iniciar a descida. Não esquecer ainda que os rios classificam-se numa escala de 1 a 6, sendo este o grau de maior dificuldade. Apesar de um rio ser predominante de classe 2, poderá em escassos metros passar para o grau 6.
A título exemplificativo refira-se que a classe 2 representa um rio moderado, com pequenos rápidos e ondas facilmente navegáveis, enquanto a classe 6 um rio quase impossível de nele se navegar, com trajectos difíceis de se identificar, só devendo ser tentado por remadores muito experimentados. |
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| Onde Praticar |
Desde águas lisas às difíceis águas bravas, Portugal é recheado de rios. Temos o Tejo, o Mondego, o Zêzere, o Douro, o Guadiana, o Minho, o Paiva, o Tâmega, o Alva, o Mira e o Côa. Podemos aqui desfrutar de lugares ímpares da Natureza em bruto, deslizando por águas límpidas e cristalinas, ao som dos cantares frescos das águas que nunca param. |
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LOCALIZAÇÃO |
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